Posts tagged O que não tem remédio.
Cento e quarenta caracteres, uma história, uma ilustração. Posts tagged O que não tem remédio.
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Antônio, o padre da cidadezinha, combatia os pedófilos dentro da Igreja. Protegia todas as crianças, colocando-as bem debaixo de sua batina.
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Mistério maior que a religião. Segredo guardado como tesouro. O que será? Onde estará? Que poderes conterá? Ela: A inescrutável Chave Moura!
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-Mas vou fazer. –prometeu. -Só não me dou bem com prazos. Quando escrever, escrevo. Daí você vai pagar pau. Vai descobrir o sentido da vida.
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O Daimyo pagava 3 moedas pela cabeça de cada inimigo, mas não era por isso que o samurai as juntava. Gostava de vê-las empilhadas, inumanas.
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Chang comparava a prisão ao tabuleiro do velho jogo. As quatro linhas definiam um limite intransponível. Fosse para um peão, ou para um rei.
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Sua boca era sua religião. Levou uma surra na cara, seus dentes viraram farinha. Sentiu o altar da igreja sendo destruído pelos brutamontes.
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Pousado no topo da Cidade, o Capitão Alado tentava decidir se usar só tanga era realmente ridículo, ou se o fato dele ter asas compensava…
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Noite comum. Eu fumava esperando o carro e a vi se aproximar. Linda. Ela sorriu, antes de dar o tiro que me mataria. Já disse que era linda?
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Em algum lugar do vasto oceano, onde o olhar do criador se perde e os pontos cardeais não fazem sentido. É lá que vamos encontrar o tesouro!
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Linda e nua, como uma gata manhosa e ruiva. Fitava-me com olhos cândidos, emoldurados num rosto pueril. Ah, doce Rosa. Minha plena perdição.